A música foi um single da banda brasileira de rock Os Incríveis, lançada pela gravadora RCA no final de 1970 e gravada mais cedo naquele mesmo ano nos estúdios da gravadora em São Paulo.
A canção foi um grande sucesso do grupo - um dos dois maiores da banda, entretanto, foi responsável pela saída de Netinho e Manito, respectivamente baterista e tecladista do grupo, em 1972. Tanto a banda - em menor extensão - como a dupla Dom & Ravel - do compositor da faixa, Dom - ficariam marcados como artistas adesistas à ditadura militar brasileira, o que levaria ao seu ostracismo nos anos seguintes.
Controvérsia e legado:
Nos anos seguintes, a canção tornou-se objeto de controvérsia junto com outras canções do período. Os artistas que as lançaram passaram a ser considerados adesistas à ditadura militar que governava o país à época, devido ao fato de o tom ufanista das canções coincidir com a propaganda política da época do Milagre econômico brasileiro que buscava mostrar a imagem de um "Brasil grande", com slogans como "Brasil, ame-o ou deixe-o". Autores defendem que diversos desses artistas simplesmente buscaram aproveitar o momento de euforia com a economia e com a Seleção para vender discos com esta temática patriótica. Entretanto, com o consentimento ou não dos artistas, o fato é de que diversas dessas obras foram utilizadas com conotações políticas e até em cammpanhas políticas. Como resultado, diversos desses artistas enfrentaram problemas para prosseguir com as suas carreiras artísticas nos anos seguintes, entrando em uma espécie de ostracismo.
Com a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, esta canção passou a ser utilizada em vinhetas pelo SBT como forma de se aproximar do novo presidente.
* Fonte: Wikipédia
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