O mês de maio ainda não chegou ao fim, mas foi um dos mais surpreendentes do atual mandato presidencial. O ministro da Saúde Nelson Teich, renunciou pouco após as declarações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro sobre reunião ministerial, pois como se percebeu a hidroxicloroquina
( substância não comprovada como eficaz no combate ao Covid19 ) tornou-se mais importante para o presidente do que qualquer opinião científica. Para ele, o essencial é eliminar o pânico da população para que esta retorne a vida normal, objetivando circulação de moeda e produção, como se a pandemia não existisse.
Entrementes, comunidades indígenas são ameaçadas pela doença e ainda correm o risco de perderem suas reservas, pois as áreas em que estão situadas poderão ser loteadas e vendidas.
A reunião ministerial foi focada nisso, com palavras de baixo calão ( palavrões ), um ministro da Saúde com cuidado excessivo no uso das palavras e ordens onde o objetivo era os fundos cambiais. Tudo muito distante do necessário ao enfrentamento da doença, conforme transcrição das conversas.
No meio de tudo isso, seguem as notícias do período.
Um desgoverno total, incluindo a liberação de armas, desrespeitando um Estatuto elaborado a partir de um plebiscito popular.
E não fez...





























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