Idéias e foco
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Política é jogo de poder, Justiça não.
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
Votaram contra a PEC da Blindagem e merecem a confiança dos eleitores
Deputados que votaram não à PEC da Blindagem.
São políticos que não temem ser processados em acordo com a Constituição, pois provavelmente, se comportam dignamente. Quem não deve não teme. São eles:
• Adriana Ventura (Novo-SP) - votou Não
• Aécio Neves (PSDB-MG) - votou Não
• Afonso Motta (PDT-RS) - votou Não
• Alencar Santana (PT-SP) - votou Não
• Alice Portugal (PCdoB-BA) - votou Não
• Amom Mandel (Cidadania-AM) - votou Não
• Ana Paula Lima (PT-SC) - votou Não
• Ana Pimentel (PT-MG) - votou Não
• Antonio Brito (PSD-BA) - votou Não
• Arlindo Chinaglia (PT-SP) - votou Não
• Átila Lins (PSD-AM) - votou Não
• Bacelar (PV-BA) - votou Sim
• Baleia Rossi (MDB-SP) - votou Não
• Bandeira de Mello (PSB-RJ) - votou Não
• Bebeto (PP-RJ) - votou Sim
• Benedita da Silva (PT-RJ) - votou Não
• Bohn Gass (PT-RS) - votou Não
• Caio Vianna (PSD-RJ) - votou Não
• Carlos Sampaio (PSD-SP) - votou Não
• Carlos Veras (PT-PE) - votou Não
• Carlos Zarattini (PT-SP) - votou Não
• Carol Dartora (PT-PR) - votou Não
• Célia Xakriabá (PSOL-MG) - votou Não
• Célio Studart (PSD-CE) - votou Não
• Charles Fernandes (PSD-BA) - votou Não
• Chico Alencar (PSOL-RJ) - votou Não
• Clodoaldo Magalhães (PV-PE) - votou Não
• Cristiane Lopes (União-RO) - votou Não
• Daiana Santos (PCdoB-RS) - votou Não
• Dandara (PT-MG) - votou Não
• Daniel Almeida (PCdoB-BA) - votou Não
• Daniel Barbosa (PP-AL) - votou Não
• Daniel Trzeciak (PSDB-RS) - votou Não
• Del. Adriana A. (PT-GO) - votou Não
• Del. Bruno Lima (PP-SP) - votou Não
• Delegada Katarina (PSD-SE) - votou Não
• Delegado Palumbo (MDB-SP) - votou Não
• Denise Pessôa (PT-RS) - votou Não
• Dimas Gadelha (PT-RJ) - votou Não
• Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) - votou Não
• Douglas Viegas (União-SP) - votou Não
• Duarte Jr. (PSB-MA) - votou Não
• Duda Salabert (PDT-MG) - votou Não
• Emanuel Pinheiro (MDB-MT) - votou Não
• Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ) - votou Não
• Erika Hilton (PSOL-SP) - votou Não
• Erika Kokay (PT-DF) - votou Não
• Fabio Reis (PSD-SE) - votou Não
• Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - votou Não
• Fernando Mineiro (PT-RN) - votou Não
• Flávia Morais (PDT-GO) - votou Não
• Geraldo Resende (PSDB-MS) - votou Não
• Gilson Daniel (Podemos-ES) - votou Não
• Gilson Marques (Novo-SC) - votou Não
• Glauber Braga (PSOL-RJ) - votou Não
• Guilherme Boulos (PSOL-SP) - votou Não
• Helder Salomão (PT-ES) - votou Não
• Ivan Valente (PSOL-SP) - votou Não
• Ivoneide Caetano (PT-BA) - votou Não
• Jack Rocha (PT-ES) - votou Não
• Jandira Feghali (PCdoB-RJ) - votou Não
• João Daniel (PT-SE) - votou Não
• Jorge Solla (PT-BA) - votou Não
• José Guimarães (PT-CE) - votou Não
• Joseildo Ramos (PT-BA) - votou Não
• Josias Gomes (PT-BA) - votou Não
• Juarez Costa (MDB-MT) - votou Não
• Juliana Cardoso (PT-SP) - votou Não
• Júnior Ferrari (PSD-PA) - votou Não
• Kim Kataguiri (União-SP) - votou Não
• Laura Carneiro (PSD-RJ) - votou Não
• Lenir de Assis (PT-PR) - votou Não
• Lídice da Mata (PSB-BA) - votou Não
• Lindbergh Farias (PT-RJ) - votou Não
• Lindenmeyer (PT-RS) - votou Não
• Lucas Ramos (PSB-PE) - votou Sim
• Lucas Redecker (PSDB-RS) - votou Não
• Luciano Alves (PSD-PR) - votou Não
• Luciano Ducci (PSB-PR) - votou Não
• Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) - votou Não
• Luiz Couto (PT-PB) - votou Não
• Luiz Gastão (PSD-CE) - votou Não
• Luiz Lima (Novo-RJ) - votou Não
• Luiz Nishimori (PSD-PR) - votou Não
• Luiza Erundina (PSOL-SP) - votou Não
• Luizianne Lins (PT-CE) - votou Não
• Marcel van Hattem (Novo-RS) - votou Não
• Márcio Jerry (PCdoB-MA) - votou Não
• Marcon (PT-RS) - votou Não
• Maria Arraes (Solidariedade-PE) - votou Não
• Maria do Rosário (PT-RS) - votou Não
• Natália Bonavides (PT-RN) - votou Não
• Nilto Tatto (PT-SP) - votou Não
• Orlando Silva (PCdoB-SP) - votou Não
• Otoni de Paula (MDB-RJ) - votou Não
• Otto Alencar Filho (PSD-BA) - votou Não
• Padre João (PT-MG) - votou Não
• Pastor Henrique V. (PSOL-RJ) - votou Não
• Pastor Isidório (Avante-BA) - votou Não
• Patrus Ananias (PT-MG) - votou Não
• Paulão (PT-AL) - votou Não
• Paulo A. Barbosa (PSDB-SP) - votou Não
• Paulo Lemos (PSOL-AP) - votou Não
• Paulo Pimenta (PT-RS) - votou Não
• Pedro Uczai (PT-SC) - votou Não
• Pompeo de Mattos (PDT-RS) - votou Não
• Prof Marcivania (PCdoB-AP) - votou Não
• Prof. Reginaldo V. (PV-DF) - votou Não
• Professora Luciene (PSOL-SP) - votou Não
• Reginaldo Lopes (PT-MG) - votou Não
• Reimont (PT-RJ) - votou Não
• Renildo Calheiros (PCdoB-PE) - votou Não
• Ribamar Silva (PSD-SP) - votou Não
• Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) - votou Não
• Rogério Correia (PT-MG) - votou Não
• Rosangela Moro (União-SP) - votou Não
• Rubens Otoni (PT-GO) - votou Não
• Rubens Pereira Jr. (PT-MA) - votou Não
• Rui Falcão (PT-SP) - votou Não
• Ruy Carneiro (Podemos-PB) - votou Não
• Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - votou Não
• Saulo Pedroso (PSD-SP) - votou Não
• Sidney Leite (PSD-AM) - votou Não
• Socorro Neri (PP-AC) - votou Não
• Tabata Amaral (PSB-SP) - votou Não
• Tadeu Veneri (PT-PR) - votou Não
• Talíria Petrone (PSOL-RJ) - votou Não
• Tarcísio Motta (PSOL-RJ) - votou Não
• Túlio Gadêlha (Rede-PE) - votou Não
• Valmir Assunção (PT-BA) - votou Não
• Vander Loubet (PT-MS) - votou Não
• Vicentinho (PT-SP) - votou Não
• Vitor Lippi (PSDB-SP) - votou Não
• Waldenor Pereira (PT-BA) - votou Não
• Welter (PT-PR) - votou Não
• Zé Neto (PT-BA) - votou Não
• Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR) - votou Não
Pizza à brasileira
sábado, 9 de dezembro de 2023
Wonka - O problema é a época e o conceito impresso.
Wonka - O problema é a época e o conceito impresso.
O diretor Paul King disse sobre o filme Wonka, que:
“Eu não queria reinventar essas coisas, porque o filme de 1971 criou esses visuais incrivelmente duradouros e icônicos. O que eu queria para este filme era ser como uma peça complementar àquele filme. Se você imaginar aquelas pessoas naquele mundo 25 anos antes, esse foi o meu processo inicial. Eventualmente, ele se tornaria aquela pessoa e teria aquela fábrica.”
Ok, filme de 1971. Então a história, preâmbulo ou prelúdio, se passa no ano de 1946.
Diretor dirige e ambienta. Tudo bem.
Tá bom... Eu conheço história e ninguém me enrola! Estou falando de como a sociedade era na época da ambientação da película, e exclusivamente sobre isso. Em 1946 nem havia começado o Movimento dos Direitos Civis nos Estados Unidos! A Ku klux kan (esse nome me dá mais medo que a gestapo, porque ninguém foi punido!) imperava, matando como bem queriam com apoio das autoridades locais!
Neste mesmo ano, houve um protesto em Washington, contra linchamentos no Sul do país (EUA). Detalhe, a marcha foi realizada por afrodescendentes norte-americanos!
-> Abrindo parêntesis para Madam C.J. Walker, que enriqueceu com a fórmula que criou para shampoos tendo uma fábrica no Caribe, além da dos EUA. Mas a sociedade a recebia por causa de sua fortuna. Lamentavelmente. <-
Prosseguindo para ver a seriedade dos problemas naquela época... Vamos em frente!
Na Inglaterra, em 1948, o sistema do Apartheid implementado na África do Sul pelo então primeiro-ministro, Daniel François Malan, após uma crescente ação contra aqueles que não constituíam a minoria branca (incluindo nesta segregação, além das populações do reino, territórios na África, dos aborígenes, na Austrália e Nova Zelândia, além dos povos asiáticos e indianos).
Não bastando, ainda houveram os distúrbios raciais de 1958 em Notting Hill.
E no mês de março deste ano de 2023, um relatório oficial concluiu que a polícia de Londres é racista, misógina e homofóbica.
Os Estados Unidos não estão em condição melhor... Todo o mundo assistiu pelos telejornais as atitudes e o massacre que deu origem ao movimento Black Lives
Matter (Vidas Negras Importam).
Aí vem um musical anglo-americano dizendo que era tudo lindo, divino e maravilhoso, além de rasgar uma história de lutas, que ainda não acabou!
O enfoque do filme deveria ser outro. Creio que seria melhor mostrar a luta dessas pessoas para conquistar seu lugar ao sol, servindo de exemplo para a sociedade.
Mas isso não interessa... O interessante é fantasiar e aumentar a "caixinha" dos estúdios cinematográficos sem apontar o que é histórico. Perdeu-se a grande chance de educar e conscientizar pessoas em formação e adultas...
Parece à quem vê, que o racismo nunca existiu nessa época e nesses países que estão mostrando uma condição igualitária, o que não havia. Que era tudo perfeito e igual para todos.
Aliás, nem há hoje em dia! Pleno 2023 (quase 24) e os absurdos prosseguem! Me poupe!
Nada está lindo, divino e maravilhoso! Fizessem uma história atemporal, ora bolas!
Querer vender uma ideia falsa tendo por base uma época de profundas injustiças, é para mim, muito duro de assistir! O que me interessava, pelo que soube não foi abordado nem de longe. Mais um mero entretenimento não me atrai a atenção.
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
7 de setembro
Os quadros pintados jamais traduziram o que realmente aconteceu. Aliás, foram todos uma construção para elevar o senso de patriotismo e criar a figura do "herói nacional", que perseguimos através dos séculos. A independência deu-se após diversas revoltas separatistas, principalmente, a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, mas foram tantos os interesses de vários reinos europeus, que hoje eu não a vejo como um evento popular, mas fruto de uma profunda discussão palaciana e política. Fruto do que seria "mais conveniente". Aliás Pedro fazia um "tour" pelo interior quando o mensageiro o alcançou e ele leu sobre a independência pré-aprovada no palácio da Quinta da Boa Vista. Depois o povo pagou, o império reuniu e transferiu esses valores para que outras nações reconhecessem que esta nação se tornara independente. Não foi algo tão emocionante mas puramente uma sucessão de atos administrativos.
segunda-feira, 17 de julho de 2023
Essa tal "dona" deflação...
Segunda-feira é um dia onde geralmente eu penso sobre o futuro, especialmente, em aspectos econômicos... Hoje li uma notícia sobre a deflação. Que ela foi utilizada em junho e que existe previsão para utilização desse fenômeno em julho, também. O detalhe que me preocupa, é que essa pátria não é "boa com contas" e a história prova isso. Utilizar um fenômeno pode até ser bom, mas quando o fenômeno se torna um mecanismo de repetição preocupa!... Quando a deflação passa por períodos muito longos ela pode representar grande risco para a economia; e eu lembro muito bem dos anos 80 e 90. Quando uma queda brusca nos preços acontece pode ocasionar uma grande alta no desemprego fazendo com que o país enfrente uma possível crise econômica, e nós "das antigas", já vivemos muitas! Acompanho no meu cantinho observando a marcha dos dias, olhando tudo com certo ar de "de-já-vu".
Tomara eu esteja errada...
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