A internet é uma grande alavanca de marketing. As parcerias com particulares e empresas do ramo foram fundamentais nas últimas eleições com propaganda maciça nas redes You Tube, whatsapp, facebook, instagram e principalmente twitter que tornou-se a rede principal de movimentos políticos, sociais e de novas personalidades formadoras de opinião.
Anteriormente a propaganda e marketing político era exercido por veículos de comunicação. Em acordo com as regras do Tribunal Regional Eleitoral, ela era oferecida gratuitamente pela rádio e TV, como ainda é, facultando as emissoras estabelecer mesas de debate ou entrevistas com os candidatos aos principais cargos eletivos facilitando uma escolha baseada na identidade a proposta de cada um. E com matérias de jornais e revistas, aliadas a campanha de palanques com caminhadas e carreatas de apoio de seus correligionários, panfletagem aberta, procuravam-se apoiadores com perfil de simpatização e consequente voto.
Atualmente o trabalho simplificou, bastando pequenos grupos afinados a uma ideologia, para que sejam criados grupos de discussão e assim articular a distribuição do material na rede.
Com isso, há possibilidade de maquiar o produto e distribuí-lo, e também, desmascarar a qualidade do produto apresentado; porém, a arte da propaganda é essencial para tornar o produto confiável ( seja ele qual for ) e a criação bem como insuflar uma competição entre produtos, torna-se mais eficiente, quando são antagônicos.
Neste cenário, tivemos nas últimas eleições não candidatos, mas ideologias antagônicas postas em confronto, opondo-as. A individualidade como pessoas, foi descartada no vale tudo ideológico. Desta maneira ficou fácil dirigir a massa para optar por uma ideologia de direita ( cujo mote era "arrumar a casa" ) em contraponto a um partido cuja ideologia havia se tornando questionável por investigações e processos de caráter procedente causando condenações e prisões.
Com a maciça propaganda tornou-se fácil para a massa votante adotar um comportamento imediatista, comparando apenas dois candidatos e desprezando as propostas dos outros onze.
Abaixo temos alguns comportamentos aprovados pela maioria votante.
1. Comportamento com a imprensa:
2. Propagandas nas redes:
3. Apoio dos Estados Unidos para apresentação da campanha fora e dentro do país, para alcançar o eleitorado.
Desta forma foram desenvolvidas as campanhas no exterior que lograram êxito lançando a presidência o candidato.
A propaganda é uma poderosa arma também para eleições. Aliada a preguiça e desinteresse político, a propaganda encontra o ambiente perfeito para "vender" imagem, ideologia e abafar outros questionamentos, criando um "funil" e deixando apenas dois produtos para opção seja do consumidor ou do eleitor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário