No Brasil dentre todas as novelas exibidas, existe uma, a da República que está se desenrolando aos trancos e barrancos a quase 131 anos. Dividida em capítulos que de acordo com o sistema, variam de 4 a 6 anos, temos agora um novo que já começou a um tempinho. O personagem principal é indefinido, pois vilões não são comumente aqueles pelos quais as pessoas gostam. Mas aqui é o Brasil, portanto, basta qualquer um se apresentar como um defensor do povo que a maioria vota. Já tivemos um vilão que afundou a esquerda, quase a destruiu e foi até preso. Agora temos outro, que se fez apontando os erros do primeiro, e hoje repete muitos comportamentos iguais, como por exemplo, achar que todos querem afastá-lo do poder, cria fake news, factóides e aponta dados inexistentes como sendo reais. Mas da mesma forma que o povo ao primeiro seguia cegamente, sendo verdadeira massa de manobra, com este o fanatismo não é diferente.
Apenas um se dizia de esquerda, enquanto este atual diz-se conservador e de direita.
Porém, ocorreu algo sui generis! Uma peste do nada surgiu. Tornou-se uma pandemia e até agora assola o planeta.
O país precisaria de um esforço concentrado dos Três Poderes. Precisaria de um presidente que unido a seus ministros, traçasse estratégias e obedecesse a OMS e demais órgãos paralelos a esta na tentativa de conter uma implosão em seu já frágil Sistema Único de Saúde. Mas... Isso não aconteceu.
Um ministro da Saúde perdeu a pasta por agir em acordo com a OMS. E agora, segue nas manchetes abaixo, em forma resumida, o que está acontecendo.








































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